
Estou condenado a subir a calçada,
Sem nenhum nome inscrito no meu coração.
Na solidão,
Ninguém subirá a sua rua com o meu nome.
Estou condenado a subir a calçada,
Na solidão,
Sem nenhum nome inscrito no meu coração.
E, ninguém há,
Que a sua rua subirá
Com o meu nome.
Estou condenado a caminhar até casa
Na solidão,
Sem nenhum nome no meu coração.
E ninguém há,
Que à sua rua levará
A passear o meu nome.
(Só no parque, de Apoloniusz Kedzierski)
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