Não sei se é uma tese totalizante, aquela que diz que nós homens "construímos arranha-céus e voamos até à lua só para vos levar para a cama" a vocês mulheres deste mundo, mas a verdade é que são vocês o nosso elemento civilizador, motivador, inspirador etc.
Vocês são aquelas que nos mudam, transformam, elevam; habitam eternamente num patamar superior ao nosso, dos homens. E com todos os vossos defeitos, aqueles que criticamos mas adoramos, ou no minimo, não passamos sem, tendem a fazer-nos chegar a patamares nunca antes alcançados, aos pincaros do desejado, a superar-nos continuamente, a rivalizarmos uns com os outros numa guerra de criatividade, só para vos impressionar, comover, fazer rir, ou no minimo, olhar para nós.
E durante algum tempo achei tal tese ridícula. Achei loucura, ou coisa de homem submisso. Mas depois as evidências eram contínuas.
Lia o Eça de Queirós, e lá estava o desgraçado do Macário que abandonara a sua vida confortável por ti mulher, ou o Korriskosso que na escuridão se escondia a mirá-la.
Ouvi o João Pereira Coutinho constatar que se "Deus teria deixado em paz a costela de Adão, nós jamais teriamos saído das cavernas, jamais teria havido
vontade de melhorar, de refinar".
Vi o Van Gogh sem orelha.
Vo o Joseph Roth parar de beber pela sua Freidl.
Vi o Esmond Haddock enfrentar as tias.
O Jack London a gritar que haviam de ser a mulheres a enterrar John Barleycorn.
Vi o meu pai ir às compras escolher uma coisa e levar outra.
Vi poetas sem fim sofrerem por vós mulheres, e jogarem tudo o que tinham de melhor para só para que de vocês saisse uma reacção que fosse.
Vi homens chorando, quais crianças, gritando, implorando, saindo nus para a rua, no meio de tempestades e trovões, a gritar por mulheres que haviam despedaçado, trespassado, perfurado, esmagado os seus corações, a sua honra e os seus sentimentos mais nobres.
E vi-me a mim, quando olhei hoje para o espelho, e constatei no que tu mulher me havias trasformado. Por tua causa tinha entregue a minha aparência nas mãos daquele homem de tesoura e navalha em punho, a cada golpe que disferia com tais armas, acabaria por me dar um ar mais... civilizado. Hoje estou aqui, impecávelmente barbeado e de cabelo cortado. E até gosto do que vejo. E bastara uma palavra tua a dizer "cuida-te, tens que cortar e cabelo e fazer a barba, que se não ficas com mau aspecto", para eu me dirigir à barbearia mais próxima, e entregar a minha barba, bela e inofensiva, que meses levara a construir, à lâmina daquela navalha mal afiada, manejada por um desconhecido, cujo nome era Costa.
E devo dizer que o after-shave ardia que se farta. Mas valia a pena... ou não seria ideia tua.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Epopeia
Cá no meu País,
O amor é vivido intensamente,
Não como em Paris
Onde o amor é coisa feliz,
Mas sim de forma doente.
Aqui o amor é entrega,
É romance, é paixão.
É Garrett, é Camões,
É um amor de corações,
Aqui o Amor é de perdição.
Aqui o amor é sufoco,
É tristeza é devastação.
É a razão de cada dia,
É a mais alta euforia,
Aqui o amor é desilusão.
Aqui o amor é excitação,
É fogo, é sofrimento.
Faz parte do nosso ser,
Aqui o amor é querer,
Aqui o amor não é mero sentimento.
Aqui o amor é tragédia,
É luta, é inferno.
É Pedro e Inês,
É tal como Deus o fez,
Aqui o amor é eterno.
E eu nunca visitei o teu lugar,
Nem sei como é sitio tal,
Mas desconfio,
Que mesmo ao pé do rio,
Aí não se ama como em Portugal.
Escrito a 24/10/2006
O amor é vivido intensamente,
Não como em Paris
Onde o amor é coisa feliz,
Mas sim de forma doente.
Aqui o amor é entrega,
É romance, é paixão.
É Garrett, é Camões,
É um amor de corações,
Aqui o Amor é de perdição.
Aqui o amor é sufoco,
É tristeza é devastação.
É a razão de cada dia,
É a mais alta euforia,
Aqui o amor é desilusão.
Aqui o amor é excitação,
É fogo, é sofrimento.
Faz parte do nosso ser,
Aqui o amor é querer,
Aqui o amor não é mero sentimento.
Aqui o amor é tragédia,
É luta, é inferno.
É Pedro e Inês,
É tal como Deus o fez,
Aqui o amor é eterno.
E eu nunca visitei o teu lugar,
Nem sei como é sitio tal,
Mas desconfio,
Que mesmo ao pé do rio,
Aí não se ama como em Portugal.
Escrito a 24/10/2006
A Longa Espera
Há sempre alguém desencontrado.
Há sempre alguém atrasado
Num encontro,
Mesmo quando se trata
De um grande Amor.
Há sempre alguém que falta à hora combinada.
Que deixa outra desesperada
Numa espera,
(Sobretudo) por um grande amor.
E eu não sei se é o destino
Que nos separa aos dois,
Se tenho medo, se não tenho tempo
Ou se guardo tudo para depois;
Apenas sei que na minha vida
Ainda não nos encontramos os dois.
E tenho pena sabes?
Ainda me recordo quando sorria
Enquanto olhava aquela tua fotografia
E o meu coração dizia para mim:
Maria! Maria!
Ainda me lembrava daquela ansiedade
Daquela vaidade,
Daquelas noites em que não dormia,
E recordava, Maria,
Aquele dia em que nos conhecemos!
Foram tantos sonhos – Tolices!
Tantos desejos – Parvoíces!
Obsessão romântica que fazia
Ouvir na telefonia
Em cada música um nome: Maria.
Mas talvez tenha que ser assim!
Talvez sejas mais feliz sem mim!
E agora satisfeito com a decisão,
Posso anunciar a resolução do coração:
Fim!
P.S.:
Cá te espero.
Talvez um dia procures por mim.
Eu estarei aqui a esperar por ti.
Revela-te!
Escrito a 31/11/2006
Há sempre alguém atrasado
Num encontro,
Mesmo quando se trata
De um grande Amor.
Há sempre alguém que falta à hora combinada.
Que deixa outra desesperada
Numa espera,
(Sobretudo) por um grande amor.
E eu não sei se é o destino
Que nos separa aos dois,
Se tenho medo, se não tenho tempo
Ou se guardo tudo para depois;
Apenas sei que na minha vida
Ainda não nos encontramos os dois.
E tenho pena sabes?
Ainda me recordo quando sorria
Enquanto olhava aquela tua fotografia
E o meu coração dizia para mim:
Maria! Maria!
Ainda me lembrava daquela ansiedade
Daquela vaidade,
Daquelas noites em que não dormia,
E recordava, Maria,
Aquele dia em que nos conhecemos!
Foram tantos sonhos – Tolices!
Tantos desejos – Parvoíces!
Obsessão romântica que fazia
Ouvir na telefonia
Em cada música um nome: Maria.
Mas talvez tenha que ser assim!
Talvez sejas mais feliz sem mim!
E agora satisfeito com a decisão,
Posso anunciar a resolução do coração:
Fim!
P.S.:
Cá te espero.
Talvez um dia procures por mim.
Eu estarei aqui a esperar por ti.
Revela-te!
Escrito a 31/11/2006
Deambulando de Madrugada
Se há coisa que gosto na manhã é o Silêncio.
Se existe, existe na madrugada.
Durante o dia cala-se e deixa o ruído governar.
Depois manda-o deitar
E chega a sua vez de comandar.
Oh, e sabe tão bem!
Durante o dia há a ventania,
Ou a chuva da melancolia,
Há a televisão do vizinho
Com as historias de um desgraçadinho,
Há a rádio de um homem sozinho,
Geralmente Velhinho,
Acompanhada pelo chilrear de um passarinho.
Há o bafar de um cachimbo,
Ou a euforia do "bimbo" a festejar o golo da sua equipa.
Há a histérica "madame" com o seu género peculiar,
Ou a ex-peixeira que fala sempre a gritar.
Há carros, motas, táxis, camionetas e afins,
Há milhões de pessoas que não olham a meios para alcançar fins.
Há o eléctrico da Estrela,
Há o automóvel do sapateiro,
Há barulho. Há barulho!
Há barulho no mundo inteiro.
Há gente.
Gente que sente.
Gente que faz sentir.
E que como não sabem onde querem ir,
De madrugada preferem ficar a dormir.
(Escrito a 08/02/2007)
Se existe, existe na madrugada.
Durante o dia cala-se e deixa o ruído governar.
Depois manda-o deitar
E chega a sua vez de comandar.
Oh, e sabe tão bem!
Durante o dia há a ventania,
Ou a chuva da melancolia,
Há a televisão do vizinho
Com as historias de um desgraçadinho,
Há a rádio de um homem sozinho,
Geralmente Velhinho,
Acompanhada pelo chilrear de um passarinho.
Há o bafar de um cachimbo,
Ou a euforia do "bimbo" a festejar o golo da sua equipa.
Há a histérica "madame" com o seu género peculiar,
Ou a ex-peixeira que fala sempre a gritar.
Há carros, motas, táxis, camionetas e afins,
Há milhões de pessoas que não olham a meios para alcançar fins.
Há o eléctrico da Estrela,
Há o automóvel do sapateiro,
Há barulho. Há barulho!
Há barulho no mundo inteiro.
Há gente.
Gente que sente.
Gente que faz sentir.
E que como não sabem onde querem ir,
De madrugada preferem ficar a dormir.
(Escrito a 08/02/2007)
Talvez é o Mundo!
Talvez o mundo de hoje esta baralhado
Ou apenas eu esteja perdido.
Talvez as senhoras de hoje estejam doidas
Ou apenas o meu conservadorismo me cegue.
Talvez as coisas sejam demasiado rápidas
E eu demasiado lento.
Talvez o mundo ande de mais
E eu não o acompanhe.
Talvez amanhã ela diga sim.
Talvez amanhã ela diga não.
Talvez alguém me dê um sentido,
Talvez amanhã não chova.
E é nesta sucessão de "talvez"
Que agora se define o mundo.
Alguém me pode dar uma certeza?
Olha...ela disse que não.
Escrito a 24/09/2006
(Nota do Autor (conversa interpretativa do poema)
TB- «E é nesta sucessão de "talvez"/Que agora se define o mundo.»
Não é esta a minha experiência: no mundo e na vida há certezas!!
O tempo é sempre o mesmo, o sol nasce todos os dias, o dia tem sempre 24 horas. Um ano tem sempre 365 dias! A realidade tem uma ordem, que me é favorável, não é um talvez!
Autor - Hoje em dia há ovelhas? Há sim senhor! Na Vida, há Certezas? É obvio que há!
Pena é que não sejam para todods. Ou melhor:Elas para todos são. Mas nem todos a aceitam.
Eu, essas Certezas, posso ter, mas eu não faço o mundo. A Maioria não as tém!
Nem quer. Estão horrorisados de mais. Têm medo de mais. Não há certezas.Para a maioria é tudo talvez! E a mioria faz o tudo - o rótulo. Eu tenho muitas certezas,
mas o que está aqui escrito, é o cansaço deste mundo onde para qualquer um é tudo uma indefinição.Uma indefinição que irrita. Um incerteza que leva há loucura. Nada há de absoluto, pois há sempre alguém que não está deste lado.
Mesmo a evidência aqui é negada. E isto é triste e profundamente Irritante.
TB - é isso mesmo: "Mas eu não faço o mundo" e ainda bem, porque quem o faz, faz bem melhor do que eu...
"a incerteza leva à loucura" à pois leva... o homem para viver precisa da experiência da certeza!
"Mesmo a evidência aqui é negada. E isto é triste e profundamente Irritante." sem duvida: profundamente irritante e triste!!)
Ou apenas eu esteja perdido.
Talvez as senhoras de hoje estejam doidas
Ou apenas o meu conservadorismo me cegue.
Talvez as coisas sejam demasiado rápidas
E eu demasiado lento.
Talvez o mundo ande de mais
E eu não o acompanhe.
Talvez amanhã ela diga sim.
Talvez amanhã ela diga não.
Talvez alguém me dê um sentido,
Talvez amanhã não chova.
E é nesta sucessão de "talvez"
Que agora se define o mundo.
Alguém me pode dar uma certeza?
Olha...ela disse que não.
Escrito a 24/09/2006
(Nota do Autor (conversa interpretativa do poema)
TB- «E é nesta sucessão de "talvez"/Que agora se define o mundo.»
Não é esta a minha experiência: no mundo e na vida há certezas!!
O tempo é sempre o mesmo, o sol nasce todos os dias, o dia tem sempre 24 horas. Um ano tem sempre 365 dias! A realidade tem uma ordem, que me é favorável, não é um talvez!
Autor - Hoje em dia há ovelhas? Há sim senhor! Na Vida, há Certezas? É obvio que há!
Pena é que não sejam para todods. Ou melhor:Elas para todos são. Mas nem todos a aceitam.
Eu, essas Certezas, posso ter, mas eu não faço o mundo. A Maioria não as tém!
Nem quer. Estão horrorisados de mais. Têm medo de mais. Não há certezas.Para a maioria é tudo talvez! E a mioria faz o tudo - o rótulo. Eu tenho muitas certezas,
mas o que está aqui escrito, é o cansaço deste mundo onde para qualquer um é tudo uma indefinição.Uma indefinição que irrita. Um incerteza que leva há loucura. Nada há de absoluto, pois há sempre alguém que não está deste lado.
Mesmo a evidência aqui é negada. E isto é triste e profundamente Irritante.
TB - é isso mesmo: "Mas eu não faço o mundo" e ainda bem, porque quem o faz, faz bem melhor do que eu...
"a incerteza leva à loucura" à pois leva... o homem para viver precisa da experiência da certeza!
"Mesmo a evidência aqui é negada. E isto é triste e profundamente Irritante." sem duvida: profundamente irritante e triste!!)
A Luz da Noite
A Luz da noite
É a mais propícia para sonhar.
É nela que sonho contigo,
Sentado na sombra do luar.
Curiosamente, é na noite
Onde corre a brisa e a escuridão,
Que mais sinto tudo,
Desde o cansaço, aos problemas do coração.
Não é o sono
Que me ocupa nestas horas.
É uma vida não vivida
Porque anseio sem demoras.
És tu, os meus sonhos,
Os meus medos e desejos
Que vibram ainda mais em mim
Nesta noite de confissões.
É o meu eu que aqui se revela,
Se mostra, tímido e receoso,
E cheio de ilusões.
Sou eu.
Escrito a 11/10/2006
É a mais propícia para sonhar.
É nela que sonho contigo,
Sentado na sombra do luar.
Curiosamente, é na noite
Onde corre a brisa e a escuridão,
Que mais sinto tudo,
Desde o cansaço, aos problemas do coração.
Não é o sono
Que me ocupa nestas horas.
É uma vida não vivida
Porque anseio sem demoras.
És tu, os meus sonhos,
Os meus medos e desejos
Que vibram ainda mais em mim
Nesta noite de confissões.
É o meu eu que aqui se revela,
Se mostra, tímido e receoso,
E cheio de ilusões.
Sou eu.
Escrito a 11/10/2006
Nas Aldeias Sós de Portugal!
Quem me dera ser pastor
E ter apenas ovelhas para guardar.
Não ter problemas
Nem de horas nem de amor,
Ter apenas ovelhas com que me preocupar.
Quem me dera ser pastor
Numa daquelas aldeias sozinhas.
Onde não houvesse ninguém
Que soubesse o que é a dor:
Nem pastores, nem ovelhas, nem vizinhas.
Se há tanto pastor infeliz
Que habita só numa aldeia de Portugal,
Porque raio, logo eu,
Que queria ser pastor solidão,
Teria que morar na capital?
Era tudo o que queria
E não pedia mais nada.
Pois sozinho eu não poderia
Nem amar nem sofrer,
Nem magoar nem perder,
Nem sequer viver.
Escrito a 3/10/2006
E ter apenas ovelhas para guardar.
Não ter problemas
Nem de horas nem de amor,
Ter apenas ovelhas com que me preocupar.
Quem me dera ser pastor
Numa daquelas aldeias sozinhas.
Onde não houvesse ninguém
Que soubesse o que é a dor:
Nem pastores, nem ovelhas, nem vizinhas.
Se há tanto pastor infeliz
Que habita só numa aldeia de Portugal,
Porque raio, logo eu,
Que queria ser pastor solidão,
Teria que morar na capital?
Era tudo o que queria
E não pedia mais nada.
Pois sozinho eu não poderia
Nem amar nem sofrer,
Nem magoar nem perder,
Nem sequer viver.
Escrito a 3/10/2006
Carta à Persistência
Querida Persistência,
Não quero desperdiçar mais o meu dia.
Não quero perder mais tempo de vida.
Quero amar o meu Deus,
A realidade, tu e
A minha família.
Conseguirá o Homem viver sem Deus?
Não
Conseguirei eu viver sem ti?
Não!
Serás tu o meu Deus?
Talvez...
Ou pelo menos eu vejo-O em ti.
Ou podes ser um sinal?
Quem sabe um rosto?
Não queres ficar comigo para sempre?
É porque é um desperdício
Perder tempo com quem não nos ama.
Ou pelo menos quem não quer o nosso amor...
Ah! Faz um esforço! já estou farto!
Já não quero voltar a sair
Sem saber o que fazer,
E não viver
Intensamente o real.
Não me quero dispersar
Com o que não interessa,
Nem desperdiçar
A vida que me resta.
Salva-me!
Vá lá!
Só tu podes faze-lo!
"Fazes?"
Escrito a 01/12/2006
Não quero desperdiçar mais o meu dia.
Não quero perder mais tempo de vida.
Quero amar o meu Deus,
A realidade, tu e
A minha família.
Conseguirá o Homem viver sem Deus?
Não
Conseguirei eu viver sem ti?
Não!
Serás tu o meu Deus?
Talvez...
Ou pelo menos eu vejo-O em ti.
Ou podes ser um sinal?
Quem sabe um rosto?
Não queres ficar comigo para sempre?
É porque é um desperdício
Perder tempo com quem não nos ama.
Ou pelo menos quem não quer o nosso amor...
Ah! Faz um esforço! já estou farto!
Já não quero voltar a sair
Sem saber o que fazer,
E não viver
Intensamente o real.
Não me quero dispersar
Com o que não interessa,
Nem desperdiçar
A vida que me resta.
Salva-me!
Vá lá!
Só tu podes faze-lo!
"Fazes?"
Escrito a 01/12/2006
domingo, 10 de maio de 2009
P. G. Wodehouse
«Se uma rapariga pensa que tu a amas e vem de lá e diz que vai devolver o amado à providência e que já está preparada para assinar o contrato contigo, o que é que se pode fazer a não ser casar com ela? Há que ser cortês.» (Bertram Wooster, pag.38)
P. G. Wodehouse
«Queria começar por dizer, Bertie, que, desde que o primeiro ser humano saiu a rastejar das lamas primordiais e a vida começou neste planeta, nunca ninguém amou ninguém como eu amo a Gerturude Winkworth. Digo isto porque quero que compreendas que aquilo que estas a assistir não é um desses namoricos leves de Verão, é uma verdadeira paixão, digna de um Teatro Nacional. Eu amo-a!»
(Claude Pirbright, Pag.19)
(Claude Pirbright, Pag.19)
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